sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Loro Sae



Quando escrevi, no artigo anterior, “ é chegada a hora de fechar a porta e partir, à procura ― quem sabe? ― de um clarim qualquer que, inesperadamente, acorde lá longe, ou em mim, algo azul que me faça reviver”, estava a léguas de saber quão proféticas eram essas minhas palavras. De facto, foi lá longe, muito longe, do outro lado do mundo, que soou o clarim que ecoou na minha alma.
Ao quieto mar de lamúrias, que, em sonhos, se vê revolto e capaz de derrubar paredões e engolir arribas… nada tenho a dizer. Já não acredito que seja capaz de acordar da letargia. Sobre a minha mais do que provável partida para Timor, tudo dirão as brisas sussurrantes, menos a essência, a verdade, única, gelada, impactante: a minha profundíssima objeção de consciência.

6 comentários:

  1. Não sei para onde te preparas para ir... tenho de falar contigo.

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  2. Respostas
    1. Estavas a comentar sem teres lido?

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    2. Nop! Li o conteúdo sem ler o título... o que nem é nada normal. Voltei lá e ops! Vai para Timor?!

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  3. Conheço um colega que esteve lá muitos anos e só voltou para manter o vinculo em Portugal. Esteve cá 2 anos e agora está em Angola. felicidades!

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