domingo, 1 de julho de 2018

Don’t STOP me now!



Como é do conhecimento geral, a greve “a doer” resultou da iniciativa do STOP, que é, portanto, o pai da criança. Os sindicatos da Plataforma Sindical — que, inicialmente, não a desejavam — tiveram de lhe dar alojamento, mas parecem não a ter perfilhado. Talvez por isso também tenham decretado uma espécie de serviços mínimos ao apoio que é necessário dar a quem tem turmas de 9.º, 11.º e 12.º: disseram que o acórdão contém ilegalidades, e vão avançar com um recurso, mas… talvez não estejam (na minha perspetiva) a fazer tudo para que, no imediato, seja possível impedir que tais ilegalidades se concretizem. Foi, talvez, por isso que só o STOP veio a terreiro dar a cara e assumir a responsabilidade de fornecer aos professores o apoio mais necessário neste momento importantíssimo da nossa luta. Na minha opinião, claro!
É por esta e por outras que eu amo as horas críticas. Elas revelam o melhor e o pior de cada um de nós. Tornam o nosso olhar mais cristalino.

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