sábado, 21 de abril de 2018

Já tenho o cavalo aparelhado




Vem aí, uma vez mais, “o meu concurso”. O meu fado é… o nomadismo autoimposto. Acho que, doravante, estou condenado a só ficar onde e até quando for obrigado a tal. Talvez já não haja um genuíno lugar para mim no ensino (neste ensino, no seu sentido mais genérico).
Podia estar perfeitamente acomodado, amordaçar a minha voz e… “ser feliz”. Mas teria de voltar a nascer, com outros genes (não sendo eu). Espero, pois, pelo determinismo das vagas para lançar as minhas cartas.
Já “chorei”, muitas vezes, os alunos que deixei na última escola onde estive. Talvez, no futuro, reviva essa experiência, mas… creio não ter outro remédio. É esta uma das muitas partes do preço das palavras aladas. Este é um dos rostos da minha sina: expor-me por todos e sofrer as consequências sozinho!

PS – Mais logo, ao morrer do dia, o prometido artigo (que ontem não pude mesmo escrever).

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