Pela intervenção de Mário
Nogueira, em geral, e pelo que diz sobre as (im)possibilidades de conversão do “tempo
congelado” em bonificação na contagem do tempo de serviço para a reforma, em
particular, manda a disciplina “militar”
que me posicione na linha da frente da greve. Enterro, pois, durante este tempo
de combate, o machado da contestação à frouxidão e à ansiedade negocial dos
sindicatos. “Outro valor mais alto se levanta”.
Os sindicatos — como
todos nós — têm os seus defeitos e as suas virtudes, mas não podemos cometer a
maior das asneiras: abandonar a retaguarda. Perderemos em toda a linha. Sejamos
“disciplinados” agora e contestemos depois, veementemente, o que, na nossa opinião, devemos contestar.
Subscrevo!
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