domingo, 11 de março de 2018

A Fenprof já "respondeu"




O Secretariado Nacional da Fenprof publicou, esta tarde, na sua página da internet, uma nota informativa que pode ser considerada como resposta ao meu precedente artigo. Ainda que não tenha sido redigida com esse propósito (admito perfeitamente que não, como é óbvio), aceito-a como tal.
Como apenas há meia dúzia de minutos tomei conhecimento deste texto (acabo de chegar a casa, vindo do “meu mundo transmontano”), vou limitar-me, para já, a uma brevíssima reação, aquela que, de forma muito sumária, deixei, num comentário no Facebook, ao colega que me alertou para tal (Duilio Coelho).
É qualquer coisa, mas muito pouco, no meu entender. Ficámos a saber que houve uma proposta do Governo, mas falta conhecer o seu verdadeiro teor. Apenas temos a análise que a Fenprof fez dessa matéria. Por outro lado, não me agrada nada que os sindicatos decidam a priori ou que queiram saber melhor do que eu o que é melhor para mim e que decidam por mim (é claro que este "mim" se refere a todos os meus pares). Penso que os sindicatos servem para nos representar e não para nos ditarem a nossa vontade. Não acredito, de todo, que queiram chegar a esse ponto, mas às vezes pode parecer. Também compreendo perfeitamente que não queiram assinar o que entendem ser nocivo para os professores, mas não devem ocultar nada. Nesse caso, pode o Governo avançar uma proposta "direta", para quem a quiser subscrever, por sua conta e risco.
Se bem me lembro, alguém prometeu levar este assunto à mesa das negociações (não foi o Mário Nogueira, é verdade). Então...  

1 comentário:

  1. Acabei de fazer este aditamento ao texto inicial: "Também compreendo perfeitamente que não queiram assinar o que entendem ser nocivo para os professores, mas não devem ocultar nada. Nesse caso, pode o Governo avançar uma proposta "direta", para quem a quiser subscrever, por sua conta e risco."

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