quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Não perde pela demora, José Manuel Fernandes!


Estou sem tempo nenhum, hoje. É que isto de ser professor tem as suas especificidades. Ainda vou trabalhar para a escola, quando a casa adormecer. No entanto, deixo aqui alguns retalhos da excelente peça de jornalismo sublime independente protagonizado por José Manuel Fernandes em crónica publicada hoje no Observador:
· «mas nem sabem como tal é injusto»;
· «deste inominável princípio em que “a antiguidade é um posto”»;
· «No mundo real, aquele que fica fora do ambiente protegido em que vivem os professores e os outros funcionários públicos, não é assim»;
· «Esta greve dos professores teve o mérito de nos recordar como é diferente a “bolha” em que vivem aqueles para quem este Executivo tem governado»;
· «não custa nada participar em acções de formação (mesmo quando estas são algo bizarras, como a formação em percursos pedestres ou em técnicas criativas de reciclagem»;
· «tudo isto se traduz num sistema de progressão quase automática»;
· «mas o mérito é algo que os professores sempre se opuseram a medir»;
· «choca ver como alguns se limitam a fazer as contas aos anos de serviço para reivindicar a subida de um ou mais escalões»;
· «sabemos que esse progresso [nos rankigs internacionais] se deve sobretudo a reformas que foram sendo introduzidas por sucessivos governos»;
· «antes de este Governo ter procedido à “devolução de rendimentos” de que uma das classes que mais beneficiou foi a dos professores» [erro de concordância: “que mais beneficiaram”].

Amanhã, sem a pressão do dia seguinte, comentarei a preceito.


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