Precedem tudo o que de
mais importante os professores reclamam. Sem essa tríade sucessiva (porque
também integra duas precedências), a classe docente jamais concretizará o ouro
das suas legítimas ambições. Poderá enxergar ilusórios vislumbres, mas jamais
incorporará a essência pretendida.
É tão simples e sucinta
quão perfeita: é urgente purgar o medo; purgado o medo, seremos unidos e
solidários; unidos e solidários, seremos muito mais fortes. Estaremos então
prontos para lutar (verdadeiramente), não como quem pede, como quem tenta, como
quem brande uma determinação que não tem, mas como quem tem força suficiente
para impor as legítimas pretensões que o movem.
Tudo começa, pois, no
medo, esse tirano que alimentamos em demasia, a quem conferimos o poder de ser nosso
superego ditador. Como o vencemos? Com a consciência de que ele é o progenitor de
toda a nossa sujeição e de muitas das nossas perdas; com a consciência de que
só seremos realmente livres, se ignorarmos a sua insidiosa voz e seguirmos em
frente, de peito aberto à razão, à justiça, à probidade… enfim, àquilo que faz
de nós professores de corpo inteiro.
Sendo muito mais fortes, seremos mais felizes!
ResponderEliminarSem dúvida!
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarhttps://youtu.be/gujK5WEVG8g
Muito bom, nêspera! Obrigado!
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