terça-feira, 7 de novembro de 2017

A tríade que os professores devem (re)conquistar


Precedem tudo o que de mais importante os professores reclamam. Sem essa tríade sucessiva (porque também integra duas precedências), a classe docente jamais concretizará o ouro das suas legítimas ambições. Poderá enxergar ilusórios vislumbres, mas jamais incorporará a essência pretendida.
É tão simples e sucinta quão perfeita: é urgente purgar o medo; purgado o medo, seremos unidos e solidários; unidos e solidários, seremos muito mais fortes. Estaremos então prontos para lutar (verdadeiramente), não como quem pede, como quem tenta, como quem brande uma determinação que não tem, mas como quem tem força suficiente para impor as legítimas pretensões que o movem.
Tudo começa, pois, no medo, esse tirano que alimentamos em demasia, a quem conferimos o poder de ser nosso superego ditador. Como o vencemos? Com a consciência de que ele é o progenitor de toda a nossa sujeição e de muitas das nossas perdas; com a consciência de que só seremos realmente livres, se ignorarmos a sua insidiosa voz e seguirmos em frente, de peito aberto à razão, à justiça, à probidade… enfim, àquilo que faz de nós professores de corpo inteiro.





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